Lançamento do “Cultura, Educação Popular e Transformação Social”

convite redes sociais, jefferson

 

SINOPSE

Entre as diversas experiências de movimentos de cultura e educação popular organizadas no período (1961-1964), o presente trabalho toma como objeto de estudo as formulações do MEB, ligado à CNBB e, por conseguinte, à Igreja Católica, e do CPC, ligado à UNE e com parte de seus membros ligados ao PCB. As ligações institucionais diferenciadas desses dois movimentos motivaram a seguinte problematização: as formulações do MEB e do CPC no tocante às concepções de cultura, educação e transformação social se distanciam por influência de suas filiações institucionais diferenciadas, quais sejam a Igreja Católica e o PCB, ou se aproximam tendo em vista o momento histórico-político, teórico-filosófico e didático-pedagógico que compartilham?

SUMÁRIO

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PREFÁCIO

Escrito pelo Prof. Dr. José Luís Sanfelice (Prof. Titular em História da Educação (UNICAMP), Pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas “História, Sociedade e Educação no Brasil” – HISTEDBR).

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REPERCUSSÃO

.: Página do Evento do Evento no Facebook

.: Agenda FNAC

.: UNIESP – Rib. Preto: docente da FAFIL lança livro sobre educação

.: Docente do Moura Lacerda lança livro com o tema “Cultura, educação popular e transformação social”

COMO COMPRAR

.: SARAIVA

.: Cia. DOS LIVROS

.: LIVRARIA CULTURA

.: Paco Editorial

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E-books sobre EaD e Design Instrucional

Pessoal, publiquei como e-books dois trabalhos que foram resultados de duas especializações que concluí em 2010 e 2012, respectivamente.
Os interessados podem acessá-los por meio dos links abaixo:

Educação a distância: neoprodutivismo, novas tecnologias e compromisso político
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/6741625/educacao-a-distancia-neoprodutivismo-novas-tecnologias-e-compromisso-politico/

Design Instrucional: projetando um curso online sobre a história da educação de jovens e adultos no Brasil
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/6750187/desing-instrucional-projetando-um-curso-online-sobre-a-historia-da-educacao-de-jovens-e-adultos/

ebooks

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Material para estudo – Concurso PEB-SP

Material de estudo referenciado na bibliografia indicada nos itens EDUCADOR e DOCENTE da Resolução SE 52, de 14-8-2013, na qual devem se basear os concursos para professores da rede estadual de São Paulo.

EDUCADOR

1. CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.

Resenha_Carvalho

Artigo da autora (tema semelhante)

2. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento:
fundamentos epistemológicos e políticos. 14. ed., São Paulo, Cortez, 2011.

Tese do autor

Resenha acadêmica

3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2011.

Livro completo

4. FREITAS, Luiz Carlos de. Eliminação Adiada: o ocaso das classes populares no interior da escola e a ocultação da (má) qualidade do ensino. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 28.
n.100 – Especial, p.965-987, out. 2007.

Artigo Completo

5. GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba de Sá; ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo de Afonso. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2001.

Livro Completo

6. LA TAILLE, Yves.DANTAS, Heloisa e OLIVEIRA, Marta Kohl de,Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 24. ed. São Paulo: Summus, 1992.

Livro Completo

Resenha_LaTAILLE

7. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro, UNESCO/Cortez Editora, cap. III e IV, p. 47-78, e cp. VI, 93-104, 2000.

Livro Completo

8. RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. 20. ed., São Paulo: Cortez, 2011.

Artigo da Autora (tema semelhante)

9. SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.

Resenha 

10. SAVIANI, Dermeval. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas; Autores Associados, 2010.

Artigo do Autor (tema semelhante)

11. TEIXEIRA, Anísio. A escola pública universal e gratuita.
Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.26, n.64, out./dez. 1956. p.3-27.

Artigo Completo

DOCENTE

1. ABRAMOVAY, Miriam; CASTRO, Mary Garcia; SILVA, Lorena Bernadete. Juventudes e sexualidade. Brasília: UNESCO Brasil, 2004.

Livro Completo

2. FREURI, Reinaldo Matias. Educação intercultural: mediações necessárias. Rio de Janeiro: Editora DPA, 2003.

Artigo do Autor (tema semelhante)

3. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar, 22. ed., São Paulo: Cortez Editora, 2011.

Capítulo II do Livro

Artigo do Autor (tema semelhante)

4. MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo, diferença cultural e diálogo. Revista Educação & Sociedade, ano XXIII, n. 79. Agosto/2002, p. 15-38.

Artigo Completo

5. TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O trabalho docente:
elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Rio de Janeiro, Petrópolis: Vozes, 2005.

Artigo_1 (tema semelhante)

Artigo do Tardif

6. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2. ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2004.

Resenha Acadêmica_1

Resenha Acadêmica_2

Introdução do Livro

7. ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Resenha Acadêmica

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CONAE 2014

Descrição: Slides da minha fala no Eixo III da Conferência Intermunicipal de Educação em Ribeirão Preto-SP no dia 3o/07/2013 – etapa preparatória para a CONAE 2014.

CONAE2014_Jeferson

Slides em ppsx. (Aqui)

Slides em pdf. (Aqui)

Boa leitura!

Abraços,

Jeferson

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Atuação política do professor

Descrição: Texto utilizado como base para a fala realizada no dia 30/08/2012  na FFCLRP/USP como comemoração aos 1o anos do curso de Pedagogia da instituição.

Atuação política do professor

Jeferson Anibal Gonzalez

Agradeço aos organizadores pelo convite e oportunidade de retornar à universidade a qual dediquei cinco anos de estudo, trabalho e militância. Concluí o curso de Pedagogia em 2006, iniciando minha carreira docente na educação básica em 2007 e em 2009 no ensino superior. Considero a formação que tive aqui, entre aulas, palestras e, principalmente no debates políticos travados no âmbito acadêmico e na militância estudantil como essencial a minha prática docente e atuação política. Muitos professores e colegas foram fundamentais nesse processo, seja na orientação, na transmissão de seus conhecimentos ou mesmo no contraponto necessário de ideias e concepções.

O tema da mesa – Relação do curso de Pedagogia com o mundo do trabalho – é particularmente instigante, pois por referencial teórico-metodológico tenho me pautado pelo trabalho como princípio educativo, tendo em vista a educação como atualização histórico-cultural dos seres humanos.

Foi-me designado tratar do tema Atuação política do professor. Primeiramente, é importante esclarecer o quê vou considerar como “política”. É fato que o termo pode conter diferentes significações, mas aqui priorizo a compreensão da política como projeto de sociedade. Assim, entendo a atuação política como determinado projeto de sociedade colocado em ação.  Isso nos leva a uma conclusão: para se atuar politicamente é necessário ter em foco um projeto de sociedade, a organização societária que se pretende defender. Posto isso, é preciso discutir outra questão: se atuação política diz respeito à sociedade e o professor tem a educação como seu campo de ação, como relacionar essas grandes esferas – sociedade e educação?

No âmbito acadêmico, a relação entre sociedade e educação sustenta calorosos debates. Como lembra o professor Dermeval Saviani, grosso modo as concepções se dividiriam em dois grandes grupos: não-críticas e crítico-reprodutivistas.  As concepções não-críticas são aquelas que compreendem a sociedade e a educação como polos separados, sendo possível que a educação unidirecionalmente transforme a sociedade. Já as crítico-reprodutivistas, consideram a educação como elemento exclusivamente determinado pela sociedade; não sendo possível qualquer influência contrária, ou seja, da educação em relação à sociedade. No entanto, os estudos realizados durante o curso, a experiência profissional, a militância no movimento estudantil e posteriormente no movimento docente levam ao entendimento da questão a um outro caminho, qual seja, a relação dialética entre sociedade e educação, na qual o elemento determinado, em condições determinadas, também influencia o elemento determinante. Em síntese, compreendo que a educação é determinada pelos seus condicionantes sociais, políticos e econômicos, mas devido ao aspecto dinâmico das lutas de classes na sociedade e na educação, é possível, por meio da atuação política, construir perspectivas transformadoras.

A concepção dialética, nesse sentido, é fundamental para reconhecermos as possibilidades de atuação política no campo educacional. Para delimitar um pouco esse campo, vou fazer referência aqui a quatro espaços privilegiados de atuação política do professor: organizações de classe (sindicato, associações e coletivos), o sistema educativo por meio dos conselhos de educação, a escola e a sala de aula.

Nas organizações de classe, a atuação política, dirão alguns críticos, muitas vezes se perde na luta econômica. Entendo que essa é uma visão parcial sobre a luta econômica, pois não a compreende como fundamental para a garantia das condições necessárias ao trabalho docente. No caso específico dos pedagogos, a luta por meus salários – ou mesmo por isonomia salarial em relação aos demais professores formados em licenciaturas específicas – é parte fundamental da luta pelo reconhecimento de seu trabalho – professores com mesmo nível de formação, jornada e tempo de serviço devem receber o mesmo salário; outra bandeira importante é a garantia de carga horária destinada aos estudos, planejamento e preparação de atividades, incorporada e realizada durante a jornada de trabalho; a lei federal no. 11.738, conhecida como Lei do Piso, avança nesse sentido delimitando uma jornada máxima 40h (48h/a) semanais e 1/3 dessa jornada no mínimo dever ser cumprida em atividade sem os alunos; no entanto, a letra da lei abre espaços para diferentes interpretações, o que gera problemas em sua implementação pelas redes estaduais e municipais.

Para a garantia da participação popular nos rumos das políticas educacionais é fundamental a atuação nos conselhos de educação é fundamental. O primeiro grande desafio, no entanto, é a luta para que os conselhos não se caracterizem como órgão de governos, pois se assim for, perde o seu poder de servir como mediador da vontade popular e passa a funcionar apenas como legitimador das políticas geridas pelos governantes a partir de um consenso fabricado. O papel político do professor, nesse sentido, reveste-se de um caráter organizativo e representativo essencial à construção de uma educação de qualidade socialmente referenciada.

No âmbito da escola, a atuação do professor demanda a participação em seu principal espaço deliberativo, qual seja, o conselho de escola. Esse espaço, em muitas escolas, reflete a estrutura burocrática e rigidamente hierárquica na qual a figura do diretor aparece como máxima, caracterizando um ultrapresidencialismo. As possibilidades do conselho de escola servir como ferramentas organizativas são minadas quando seu funcionamento se restringe à coleta de assinaturas de seus membros para endossar decisões tomadas unilateralmente pelos gestores.

Encerrando os espaços de atuação política do professor que elenquei, a escola parece como um lugar muitas vezes esquecido. Atuação política na sala de aula? Mas isso não seria doutrinação ideológica? Lembrando o conceito de política identificado a determinado projeto de sociedade é preciso entender que nossa atuação na sala de aula é sempre mediada por determinada concepção. Para qual sociedade estamos formando nossos alunos? Essa é questão que baliza a atuação política do professor na sala de aula. Temas centrais, porém esquecidos, nesse espaço são os métodos, os procedimentos teórico-metodológicos e os recursos didático-pedagógicos. Digo esquecidos porque a hegemonia de determinada concepção atingiu um nível tão alto que parece não existir vida fora dela e quem se atreve a traçar outros caminhos logo é tachado de tradicionalista, retrógado, avesso às mudanças, um verdadeiro herege. Assim, uma das lutas principais é garantir o princípio de pluralidade de ideias pedagógicas, pautando o trabalho educativo na sala de aula pelo projeto de sociedade que pretendemos defender.

Como assinala Karl Marx: “Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado”. Desse modo, é preciso reconhecer os espaços de atuação política do professor como lugar determinado não por nossas vontades individuais, mas por determinações sociais, econômica, políticas e culturais. Essa constatação, no entanto, não deve limitar nossa ação e crítica, mas nos ajudar a enxerga no âmbito da luta de classes, a organização coletiva do trabalho educativo, tendo como horizonte o projeto moderno ainda não realizado: garantia de educação pública de qualidade para todo!

FFCLRP (30/08/2012)

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Dissertação

Cultura, educação popular e transformação social nas formulações do MEB e do CPC (1961-1964)

Resumo: O objeto de estudo deste trabalho são as formulações do Movimento de Educação de Base (MEB) e do Centro Popular de Cultura (CPC) na primeira metade da década de 1960. Por meio de pesquisa teórico-bibliográfica e documental, buscou-se: 1) compreender o contexto histórico-político, social e econômico no qual surgiram o MEB e o CPC; 2) apreender as concepções de educação, cultura popular e transformação social presentes nas formulações dos dois movimentos; 3) explicitar o momento teórico-filosófico e suas influências nessas formulações; e 4) analisar o debate teórico presente nos dois movimentos sobre os procedimentos metodológicos de trabalho junto às massas. Apresenta-se o trabalho em três capítulos: no primeiro, é realizada a resenha histórica do período com o estudo de seus aspectos políticos e econômicos, a identificação de três instituições-base (Igreja Católica, o Partido Comunista Brasileiro – PCB e o Instituto Superior de Estudos Brasileiros – ISEB), os aspectos educacionais e uma apresentação geral dos movimentos. No segundo capítulo, expõe-se as formulações do MEB e do CPC a partir dos materiais produzidos pelos próprios movimentos. No último capítulo, analisam-se as concepções dos movimentos com o auxilio dos conceitos de romantismo revolucionário, realismo em educação e pedagogias não-diretivas. Como conclusão, aponta-se que apesar da origem institucional diferenciada dos movimentos, suas formulações são conflitantes apenas pontualmente, sobressaindo-se a aproximação entre ambos mediada pela ideologia do nacional-desenvolvimentismo na aliança política pelas reformas de base.

Disponível em: http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000847664&fd=y

Jeferson Gonzalez e José Luis Sanfelice (orientador)

Jeferson Gonzalez e José Luis Sanfelice (orientador)

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Comunicação em História da Educação

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Professor Viver Digital 2011

Socializo o projeto com o qual ganhei o Prêmio Professor Digital 2011 e aproveito para agradecer a todos que contribuíram para essa conquista. Muito obrigado a todos!

Para baixar o projeto, clique aqui!

Para baixar o objeto de aprendizagem, clique aqui!

Repercussão:

Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto http://migre.me/7IWtn

Programa Viver Digital http://migre.me/7IWhx

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Por uma Universidade Popular!

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Artigo na HISTEDBR On-line (n.41)

HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E EDUCAÇÃO:
PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS

Descrição: Artigo publicado na Revista HISTEDBR On-line (mar.2011, n.41).

Resumo: O artigo está dividido em três partes. Na primeira, discute-se brevemente as questões referentes ao conceito de História e às escolas históricas. Posteriormente, identifica-se a concepção de História sustentada pelo materialismo histórico, contrapondo-a ao paradigma pós-moderno. Por fim, ressalta-se os pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa histórico-educacional que busquem compreender a essência do fenômeno educativo, suas contradições, mediações e determinações; pressupostos que proporcionem uma maior compreensão da realidade e que ao mesmo tempo apontem uma estratégia política para a transformação dessa mesma realidade.

Texto completo:

http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/41/art10_41.pdf

Boa leitura!

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