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Artigo na HISTEDBR On-line (n.41)

HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E EDUCAÇÃO:
PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS

Descrição: Artigo publicado na Revista HISTEDBR On-line (mar.2011, n.41).

Resumo: O artigo está dividido em três partes. Na primeira, discute-se brevemente as questões referentes ao conceito de História e às escolas históricas. Posteriormente, identifica-se a concepção de História sustentada pelo materialismo histórico, contrapondo-a ao paradigma pós-moderno. Por fim, ressalta-se os pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa histórico-educacional que busquem compreender a essência do fenômeno educativo, suas contradições, mediações e determinações; pressupostos que proporcionem uma maior compreensão da realidade e que ao mesmo tempo apontem uma estratégia política para a transformação dessa mesma realidade.

Texto completo:

http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/41/art10_41.pdf

Boa leitura!

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Resumos

Descrição: Resumos preparados sob encomenda da APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) em 2009 e publicados como material de apoio aos professores que prestariam o concurso para a rede estadual no mesmo ano.

O construtivismo na sala de aula (César Coll e outros)

Educação: um tesouro a descobrir (Jacques Delors)

Aprender a resolver problemas e resolver problemas para aprender (Echeverría e Pozo)

Boa Leitura!

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Artigo na Revista Ciências da Educação

EDUCAÇÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS POPULARES: APROXIMAÇÃO NECESSÁRIA À CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO POPULAR

Descrição: Artigo publicado na Revista Ciências da Educação (n.23/2010).

Resumo: No presente trabalho, afirma-se a necessidade de superação do conceito restrito de educação popular enquanto “educação para o povo”, tendo em vista a construção de uma educação aliada aos interesses camadas populares. A educação popular, nesse sentido, é construída no envolvimento com as reivindicações históricas das camadas populares, conteúdo que dá sentido à existência dos movimentos sociais populares. Apresenta-se inicialmente uma discussão sobre a especificidade da educação e seus determinantes sociais, políticos e econômicos; passando a uma análise das concepções de movimentos sociais e encerra-se com algumas considerações conclusivas. Desse modo, pretende-se contribuir com o debate sobre os caminhos a serem trilhados no sentido da transformação radical da sociedade; debate imprescindível em tempos de individualismo exacerbado, fragmentações e perda de perspectivas.

Revista Completa – aqui

Boa leitura!

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Teorias pedagógicas contemporâneas

Descrição: Slides da apresentação realizada no dia 11/03/2011 aos professores da EMEF Profº Jarbas Massullo em Ribeirão Preto-SP, escola na qual também sou professor. A apresentação versou sobre o tema Teorias pedagógicas contemporâneas, introduzindo a discussão do livro Dez novas competências  para ensinar (Philippe Perrenoud) apresentado pela Profª Carla Morais como parte das atividades de planejamento do ano letivo de 2011.

Teorias pedagógicas contemporâneas (Apresentação de Slides)

Teorias pedagógicas contemporâneas (Versão para impressão)

Para uma leitura crítica das Teorias pedagógicas contemporâneas, ver o livro organizado pelo Prof. Newton Duarte e pela Profª. Lígia Márcia Martins, intitulado Formação de professores: limites contemporâneos e alternativas necessárias, disponível em:  http://www.culturaacademica.com.br/titulo_view.asp?ID=113.

Boa leitura!

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Coleção Educadores

Em comemoração aos seus 80 anos, o MEC (Ministério da Educação) lançou a Coleção Educadores, que apresenta a trajetória intelectual de mais de sessenta educadores, incluindo seleção de textos e cronologia.

Confira a notícia no portal do MEC clicando AQUI.

A coleção pode ser acessada pelo Domínio Público.

Boa leitura!

 

 

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Artigo na Revista Quaestio

CONCEPÇÕES, RECONVERSÕES E PERSPECTIVAS PARA A CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO POPULAR

Descrição: Artigo que apresentei no VI Colóquio Internacional Marx e Engels (CEMARX/IFCH/UNICAMP) em 2009, agora publicado na Quaestio: Revista de Estudos de Educação (v.12, n. 2, 2010).

Resumo: O objetivo deste artigo é discutir a questão da educação popular, suas concepções e a maneira como as reivindicações das camadas populares são reconvertidas pelas políticas públicas em elementos de manutenção do capital. Para isso, aborda-se a necessidade de superação do conceito restrito de educação popular, a internalizalização dos valores de determinada classe e a reconversão das reivindicações como formas de persuasão das camadas populares. Considera-se, por fim, a construção de uma educação popular pautada na atualização histórico-cultural dos seres humanos.

Texto completo: http://periodicos.uniso.br/index.php/quaestio/article/viewFile/955/598

Boa Leitura!

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História cultural e história da educação

Resenha do livro:

CASTANHO, Sérgio. Teoria da história e história da educação: por uma história cultural não culturalista. Campinas, SP: Autores Associados, 2010.

 Publicada na revista HISTEDBR On-line.

 

Texto completo:

 http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/39/res04_39.pdf

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TCC da Pós em EaD

NEOPRODUTIVISMO, NOVAS TECNOLOGIAS E COMPROMISSO POLÍTICO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Descrição: Artigo apresentado como trabalho de conclusão de curso da especialização em EaD.

Resumo:  O objetivo do presente trabalho é discutir o momento histórico-político e teórico-filosófico que anima as concepções hegemônicas na Educação a Distância (EaD) tendo em vista a compreensão de seu compromisso político. Realizou-se, assim, uma pesquisa de caráter teórico-bibliográfico que procurou abarcar a literatura especializada na área e trabalhos auxiliares. Conclui-se pela necessidade da análise radical, ou seja, que chegue às raízes dos problemas levantados, quando se objetiva desvelar o real e construir uma nova sociedade.

Palavras-chave: neoprodutivismo, novas tecnologias e educação, compromisso político

Texto completo: JefersonGonzalez_TCC_EaD

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Educação e Violência

Educação e Violência

Jeferson Gonzalez

“O exército! Onde está o exército?”. O exército chegou. A polícia invadiu. Prendeu. Matou. Enquanto isso, a pequena burguesia no asfalto aplaudiu. Brindou. Regozijou-se. Mais uma vez quem paga a conta são os trabalhadores acuados em suas casas, reféns dos traficantes, das milícias e da ausência de políticas sociais. Ah, as políticas sociais… Já se falou muito que violência e criminalidade são questões de políticas sociais. Concordo! Mas vamos devagar com o andor… Lembre-se que uma das políticas sociais mais citadas nesses casos é a educação. Seria correto falar que a violência presente é por falta de educação do povo?

Recordo os ataques do PCC no estado de São Paulo… Não demoraram a bradar nos meios de comunicação que o problema era a educação. Lembro da resposta dada pelo professor Marcos Cassin quando interpelado por um repórter sobre a possibilidade da educação sanar a violência e a criminalidade. Cassin respondeu da seguinte maneira: “com mais educação somente garantiríamos um assaltante mais educado: Por favor, vossa excelência poderia ceder sua carteira”.

O fato é que a violência é um problema social mais complexo que a falta de educação, pois envolve um bloco maior de políticas como saúde, moradia e emprego. A educação forma a mão de obra, mas não cria postos de trabalho. Ou seja, somente ampliar o oferecimento da educação não atinge o mínimo necessário para a garantia de uma sociedade justa e igualitária (percebam que aqui nem estou questionando a qualidade da educação oferecida às camadas populares), mas engrossa o exército de reserva de mão de obra.

Na mesma linha, é preciso entender que as políticas públicas não são frutos de mágica. Ao contrário, são determinadas por relações de classe no âmbito do poder. Assim, sob a hegemonia da classe dominante, dificilmente os problemas sociais serão resolvidos. No entanto, a luta por políticas sociais, entre elas a educação, é parte essencial da construção de qualquer projeto contra-hegemônico. Certo filósofo diria: “o Estado não paira sobre nossas cabeças”. Por conseguinte, as políticas também não.

O que aconteceu essa semana no Rio de Janeiro deve ser entendido como resultado do descaso do poder público (leia-se estatal e seu caráter de classe) em relação aos serviços essenciais à sobrevivência das camadas populares. A ação das forças armadas é necessária? Sim, caso o objetivo de tal ação fosse realmente proteger os trabalhadores daquela região. Será esse o real motivo? Quem está morrendo nos becos e vielas? Quando ouvimos na fila do açougue coisa do tipo “os militares estão limpando o Rio de Janeiro”, encontramos alguns caminhos à resposta…

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